quarta-feira, 4 de março de 2009

>> mobilidade - I
O Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto testa um aplicativo móvel...

Wilson Moraes Góes, coordenador de informática do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, se sente isolado pelos fornecedores. "Ficamos esquecidos aqui no interior." De vez em quando, um fornecedor da capital passa por lá. "Quando as vendas estão fracas na capital, talvez." Aí o sujeito diz que tem toda a tecnologia e equipe à disposição, que vai levar Wilson aos Estados Unidos para conhecer a matriz, "aquele papo de vendedor". Depois de um tempo, diz Wilson, o fornecedor desaparece, e ele continua dependendo das pequenas revendas regionais. No ano passado, ele achou que poderia ajudar os médicos do hospital a trabalhar melhor. Mas primeiro ele ia precisar de um fornecedor com quem pudesse contar.
Wilson trabalha no hospital há dez anos. Em 2008, notou que os médicos iam com mais frequência ao subsolo do hospital, onde fica o departamento de informática. Os médicos pediam aos funcionários do suporte para cadastrar os laptops e smartphones pessoais na rede do hospital, para usar os aparelhos no trabalho. Se os médicos já tinham os equipamentos, então Wilson só precisaria criar a infraestrutura para que eles acessassem o prontuário dos pacientes.